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terça-feira, 17 de maio de 2011

Mentir é para os fracos


Desde pequena já ouvia as histórias de minha mãe sobre a mentira, cresci sabendo o que era certo e o errado, e a mentira era sempre a primeira da fila das piores coisas. Algumas pessoas dizem que a mentira é como uma casca, que uma vez descoberta, deve apenas ser jogada fora.

Mas a nossa realidade parece já estar acostumada com ela. Na maioria das vezes podemos enxerga-la sem a menor dificuldade, mas acabamos muitas vezes confundindo-a e deixando-a passar. A mentira é um dos nossos piores inimigos, daqueles que chegam devagar, que nos conquistam aos poucos, e acabam nos fazendo perder aquilo que mais gostamos -as pessoas ao nosso redor, e nosso próprio eu-.

"Uma mentira assim, não faz mal a ninguém", "Era melhor mentir, do que fazer ele(a) sofrer", quem nunca disse ou pensou uma frase como essa? É normal, no nosso dia-a-dia nos deparar com coisas como esta. Mas é aí que o "Prefiro sofrer com a verdade, do que me iludir com a mentira" entra em cena, quem não gosta de sinceridade? Pois então!

Mas por favor, não fique também magoado com o que sinto e digo a respeito de ti, e pra ti! Ou terá que viver em um conto de fadas onde mesmo lá, a bruxa se passa por uma velhinha. E acima de tudo, seja verdadeiro primeiramente consigo próprio, porque como diz Renato Russo: Mentir pra si mesmo, é sempre a pior mentira! E mentir é para os fracos, os fortes falam a verdade sem medo do que pode acontecer.

sábado, 16 de abril de 2011

O que te faz feliz?


Poder dormir numa cama quentinha, tomar coca com trakinas, brincar com meu cachorro, aproveitar cada segundo que tenho do lado dos meus pais, falar bobagens com os amigos e rir com eles, ouvir uma musica e reviver um momento da minha vida, fechar os olhos e imaginar onde e com quem queria estar no momento.

Olhar para as fotos antigas e sentir saudades daqueles dias, mas também perceber que sentirei saudades dos dias de hoje, dar um abraço sincero em alguém, tocar violão pra desestressar, e sentir o cheiro de terra molhada nos dias de chuva, olhar para o céu e tentar dar formatos às nuvens.

Deitar sobre às estrelas para observa-las em meio a escuridão, sentir o cheiro de comida caseira, e comer pizza aos sábados, abrir a janela pela manhã e deixar o sol entrar, poder ajudar a quem precisa, e ver a reação das pessoas ao receber um presente, pegar na mão da minha mãe e apertar forte pra que ela sempre esteja ali quando eu precisar, chorar olhando filmes.

Ver uma borboleta entrar na sala de aula sempre depois das 4hrs, escrever pra desabafar, poder orgulhar meus pais, e me sentir feliz por saber que a cada milésimo de segundo que passa eu estou viva, mesmo não estando pronta pro que vier, mesmo sabendo que nesse mundo tudo pode acontecer, e que a gente não sabe de nada, eu me sinto feliz!

Está foi a minha resposta para a pergunta que se fez de titulo do post, à poucos minutos à respondi, nesses sites de perguntas e respostas, que já estamos acostumados a encontrar pela internet. E você, o que te faz feliz? Conta pra gente!

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Para ler!

Eu sei que muita gente aqui adora ler! Já contei pra vocês que eu sou impaciente pra isso, portanto irei dar algumas dicas de livros que prentendo ler futuramente. Se alguém já conhece algum dos livros, diga o que achou dele, vai ser muito util, tanto pra mim como pras pessoas que estarão interessadas nele.


A MENINA QUE ROUBAVA LIVROS

Um livro que já faz algum tempo que estou querendo ler é A menina que roubava livros, já ouvi falar muito bem dele. Escrito por Markus Zusak, já alcançou recordes de vendas.

SINOPSE: A trajetória de Liesel Meminger é contada por uma narradora mórbida, surpreendentemente simpática. Ao perceber que a pequena ladra de livros lhe escapa, a Morte afeiçoa-se à menina e rastreia suas pegadas de 1939 a 1943. Traços de uma sobrevivente: a mãe comunista, perseguida pelo nazismo, envia Liesel e o irmão para o subúrbio pobre de uma cidade alemã, onde um casal se dispõe a adotá-los por dinheiro. O garoto morre no trajeto e é enterrado por um coveiro que deixa cair um livro na neve. É o primeiro de uma série que a menina vai surrupiar ao longo dos anos. O único vínculo com a família é esta obra, que ela ainda não sabe ler.

Assombrada por pesadelos, ela compensa o medo e a solidão das noites com a conivência do pai adotivo, um pintor de parede bonachão que lhe dá lições de leitura. Alfabetizada sob vistas grossas da madrasta, Liesel canaliza urgências para a literatura. Em tempos de livros incendiados, ela os furta, ou os lê na biblioteca do prefeito da cidade.

A vida ao redor é a pseudo-realidade criada em torno do culto a Hitler na Segunda Guerra. Ela assiste à eufórica celebração do aniversário do Führer pela vizinhança. Teme a dona da loja da esquina, colaboradora do Terceiro Reich. Faz amizade com um garoto obrigado a integrar a Juventude Hitlerista. E ajuda o pai a esconder no porão um judeu que escreve livros artesanais para contar a sua parte naquela História. A Morte, perplexa diante da violência humana, dá um tom leve e divertido à narrativa deste duro confronto entre a infância perdida e a crueldade do mundo adulto, um sucesso absoluto - e raro - de crítica e público.

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O VENDEDOR DE PIPAS

SINOPSE: Um homem desconhecido tenta salvar da morte um suicida. Ninguém sabe de onde ele veio, o nome dele ou sua história. Grita aos quatro ventos que a sociedades modernas se converteram num hospício Global.
Com uma eloquência extrema, começa a chamar seguidores para vender sonhos. Ao mesmo tempo, arrebata as pessoas e as liberta do cárcere da rotina, e por causa disso arruma muitos inimigos.

Será ele um sábio ou um louco? Este romance, O Vendedor de sonhos, nos fará rir chorar e pensar muito.

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O CAÇADOR DE PIPAS

RESUMO: O caçador de pipas, livro que já vendeu mais de 2 milhões de exemplares só nos EUA, está sendo considerado o maior sucesso da literatura mundial dos últimos tempos. Este romance conta a história da amizade de Amir e Hassan, dois meninos quase da mesma idade, que vivem vidas muito diferentes no Afeganistão da década de 1970. Amir é rico e bem-nascido, um pouco covarde, e sempre em busca da aprovação de seu próprio pai. Hassan, que não sabe ler nem escrever, é conhecido por coragem e bondade.

Os dois, no entanto, são loucos por histórias antigas de grandes guerreiros, filmes de caubói americanos e pipas. E é justamente durante um campeonato de pipas, no inverno de 1975, que Hassan dá a Amir a chance de ser um grande homem, mas ele não enxerga sua redenção. Após desperdiçar a última chance, Amir vai para os Estados Unidos, fugindo da invasão soviética ao Afeganistão, mas vinte anos depois Hassan e a pipa azul o fazem voltar à sua terra natal para acertar contas com o passado.

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E então, já leram algum desses livros? Já? Gostou? Diz aí. Para os que ainda não leram fica a dica, talvez vocês possam se interessar por algum deles, assim como eu. Um beijo.

sábado, 26 de março de 2011

Inspirações de Outono

O outono chegou à alguns dias, e já deu pra perceber o quão bom ele é, trouxe com ele uma porção de coisas boas e paisagens incríveis. Tem como não adorar e não ficar com vontade de pegar uma coberta e um chocolate quente quando as folhas começam a cair das árvores?


Já dizia Nietzsche que o outono é mais estação da alma do que da natureza. Tenho que concordar com ele, o outono pode ser uma época de repensar no que fizemos até hoje, dizem que ele é propicio à um tanto de isolamento, que muitas vezes pode ser bom para colocarmos nossos pensamentos em dia, sem pressa, no mesmo tempo em que as folhas caem, na calmaria de uma tarde cinza.


Muitos escritores arriscaram e continuam arriscando em desvendar os dias e noites de outono, transcreve-los em belas palavras. Diz-se que o outono é uma estação para recriar, ressurgir das cinzas... florescer.

Outono é uma parábola de nós mesmos, seres outonais! Suas manhãs são mais poéticas e os seus crepúsculos são mais filosóficos. Aquelas são belas em sua melancolia. Estes são melancólicos em sua beleza. Assim, somos todos nós.


Creio que é no outono que entendemos melhor o ensinamento de Oscar Wilde: "Ser como crianças, para não esquecermos o valor do vento no rosto e ser como velhos para que nunca tenhamos pressa". Isso é sabedoria. E se nos tornarmos mais sábios, já não precisaremos mais ter medo de envelhecer. Afinal, a vida também é um eterno renascer. Coisa que só o outono ensina. O resto são folhas mortas.


E quando algo acabar ou simplesmente for embora lembre-se que as folhas do Outono não caem porque que querem. Mas sim porque chegou a hora!

sexta-feira, 25 de março de 2011

Sobre a autora: Martha Medeiros

Gaúcha, mora em Porto Alegre, onde reside desde que nasceu. Trabalhou como redatora e diretora de criação em vária agências daquela cidade, fez sua carreira profissional na área de Propaganda e Publicidade.  Atualmente é colunista do Zero Hora, estou falando da escritora Martha Medeiros, a autora da frase da semana do blog.


SOBRE A AUTORA

Cronista, poeta e romancista que vem conquistando uma legião cada vez maior de leitores (e sobretudo leitoras) com textos que abordam diferentes questões da vida contemporânea. Amor, maternidade, sexo, família, casamento e as neuroses da vida.

Seu primeiro livro, Strip-Tease (1985), Editora Brasiliense - São Paulo, foi o primeiro de seus trabalhos publicados. Seguiram-se Meia noite e um quarto (1987), Persona non grata (1991), De cara lavada (1995), Poesia Reunida (1998), Geração Bivolt (1995), Topless (1997) e Santiago do Chile (1996). Seu livro de crônicas Trem-Bala (1999), já na 9a. edição, foi adaptado com sucesso para o teatro, sob direção de Irene Brietzke.


SUAS CRÔNICAS E PENSAMENTOS

A morte devagar

Morre lentamente quem não troca de idéias, não troca de discurso, evita as próprias contradições. Morre lentamente quem vira escravo do hábito, repetindo todos os dias o mesmo trajeto e as mesmas compras no supermercado. Quem não troca de marca, não arrisca vestir uma cor nova, não dá papo para quem não conhece. Morre lentamente quem faz da televisão o seu guru e seu parceiro diário. Muitos não podem comprar um livro ou uma entrada de cinema, mas muitos podem, e ainda assim alienam-se diante de um tubo de imagens que traz informação e entretenimento, mas que não deveria, mesmo com apenas 14 polegadas, ocupar tanto espaço em uma vida. Morre lentamente quem evita uma paixão, quem prefere o preto no branco e os pingos nos is a um turbilhão de emoções indomáveis, justamente as que resgatam brilho nos olhos, sorrisos e soluços, coração aos tropeços, sentimentos. Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz no trabalho, quem não arrisca o certo pelo incerto atrás de um sonho, quem não se permite, uma vez na vida, fugir dos conselhos sensatos. Morre lentamente quem não viaja, quem não lê, quem não ouve música, quem não acha graça de si mesmo. Morre lentamente quem destrói seu amor-próprio. Pode ser depressão, que é doença séria e requer ajuda profissional. Então fenece a cada dia quem não se deixa ajudar. Morre lentamente quem não trabalha e quem não estuda, e na maioria das vezes isso não é opção e, sim, destino: então um governo omisso pode matar lentamente uma boa parcela da população. Morre lentamente quem passa os dias queixando-se da má sorte ou da chuva incessante, desistindo de um projeto antes de iniciá-lo, não perguntando sobre um assunto que desconhece e não respondendo quando lhe indagam o que sabe. Morre muita gente lentamente, e esta é a morte mais ingrata e traiçoeira, pois quando ela se aproxima de verdade, aí já estamos muito destreinados para percorrer o pouco tempo restante. Que amanhã, portanto, demore muito para ser o nosso dia. Já que não podemos evitar um final repentino, que ao menos evitemos a morte em suaves prestações, lembrando sempre que estar vivo exige um esforço bem maior do que simplesmente respirar.

Cartas extraviadas

Saudade eu tenho do que não nos coube. Lamento apenas o desconhecimento daquilo que não deu tempo de repartir, você não saboreou meu suor, eu não lhe provei as lágrimas. É no líquido que somos desvendados. No gosto das coisas o amor se reconhece. O meu pior e o seu melhor, ficaram sem ser apresentados.


É um orgulho saber que temos escritores tão bom no Brasil com a Martha, principalmente por ser gaúcha (como eu). Acho que no Brasil está faltando isso, valorizar nossos escritores. A literatura brasileira tem que ser mostrada e remostrada para as pessoas, e não é atoa que já temos aqui a tag de literatura (Livre e Louca é cultura viu!). Vocês já conheciam a escritora? Já leram algum de seus textos? Sei que muitos não leem os textos enormes que eu coloco no blog, mas quero lembrar vocês que são todos muito bonitos e vale apena ler, fica a dica pra quem teve preguiça de ler os textos que coloquei acima. Espero que tenham gostado. Um beijo.

quarta-feira, 16 de março de 2011

Assim eu sou


Já escondi um AMOR com medo de perdê-lo, já perdi um AMOR por escondê-lo. Já segurei nas mãos de alguém por medo, já tive tanto medo, ao ponto de nem sentir minhas mãos.  Já expulsei pessoas que amava de minha vida, já me arrependi por isso.  Já passei noites chorando até pegar no sono, já fui dormir tão feliz, ao ponto de nem conseguir fechar os olhos. Já acreditei em amores perfeitos, já descobri que eles não existem. Já amei pessoas que me decepcionaram, já decepcionei pessoas que me amaram. Já passei horas na frente do espelho tentando descobrir quem sou, já tive tanta certeza de mim, ao ponto de querer sumir.

Já menti e me arrependi depois, já falei a verdade e também me arrependi. Já fingi não dar importância às pessoas que amava, para mais tarde chorar quieta em meu canto. Já sorri chorando lágrimas de tristeza, já chorei de tanto rir. Já acreditei em pessoas que não valiam a pena, já deixei de acreditar nas que realmente valiam. Já tive crises de riso quando não podia. Já quebrei pratos, copos e vasos, de raiva. Já senti muita falta de alguém, mas nunca lhe disse. Já gritei quando deveria calar, já calei quando deveria gritar. Muitas vezes deixei de falar o que penso para agradar uns, outras vezes falei o que não pensava para magoar outros. Já fingi ser o que não sou para agradar uns, já fingi ser o que não sou para desagradar outros. Já contei piadas e mais piadas sem graça, apenas para ver um amigo feliz.

Já inventei histórias com final feliz para dar esperança a quem precisava. Já sonhei demais, ao ponto de confundir com a realidade... Já tive medo do escuro, hoje no escuro "me acho, me agacho, fico ali". Já cai inúmeras vezes achando que não iria me reerguer, já me reergui inúmeras vezes achando que não cairia mais. Já liguei para quem não queria apenas para não ligar para quem realmente queria. Já corri atrás de um carro, por ele levar embora, quem eu amava. Já chamei pela mamãe no meio da noite fugindo de um pesadelo. Mas ela não apareceu e foi um pesadelo maior ainda. Já chamei pessoas próximas de "amigo" e descobri que não eram... Algumas pessoas nunca precisei chamar de nada e sempre foram e serão especiais para mim. Não me dêem fórmulas certas, porque eu não espero acertar sempre.

Não me mostre o que esperam de mim, porque vou seguir meu coração! Não me façam ser o que não sou, não me convidem a ser igual, porque sinceramente sou diferente! Não sei amar pela metade, não sei viver de mentiras, não sei voar com os pés no chão. Sou sempre eu mesma, mas com certeza não serei a mesma pra sempre!  Gosto dos venenos mais lentos, das bebidas mais amargas, das drogas mais poderosas, das ideias mais insanas, dos pensamentos mais complexos, dos sentimentos mais fortes. Tenho um apetite voraz e os delírios mais loucos. Você pode até me empurrar de um penhasco que eu vou dizer: E daí? Eu adoro voar!

Quem escreveu?

Clarice Lispector, escreveu romances, contos, cronicas e histórias infantis. Ao mesmo tempo que ousava desvelar as profundezas de sua alma em seus escritos, Clarice Lispector costumava evitar declarações excessivamente íntimas nas entrevistas que concedia, tendo afirmado mais de uma vez que jamais escreveria uma autobiografia. Contudo, nas crônicas que publicou no Jornal do Brasil entre 1967 e 1973, deixou escapar de tempos em tempos confissões que, devidamente pinçadas, permitem compor um auto-retrato bastante acurado, ainda que parcial. Saiba mais.

quarta-feira, 2 de março de 2011

O pequeno principe

Ler como todos sabem é fundamental, tanto para exercitarmos nossa mente, como para viajar para diversos países e cidade sem sair do lugar. E um livro que é essencial nesse mundo literario é O pequeno principe, não é um livro tão grande e é para um publico mais infantil, mas apesar disso aconselho para todas as idades, pois é um livro de pura filosofia e vale a pena ser lido e relido, pois nos leva a rever valores em relação as pessoas e coisas que fazem parte de nossa vida e que se perde com o tempo.

SAIBA MAIS SOBRE O LIVRO


Le Petit Prince, conhecido como O Principezinho em Portugal e O Pequeno Príncipe no Brasil, é um romance do escritor francês Antoine de Saint-Exupéry (29 de junho de 1900, Lyon - 31 de julho de 1944, Mar Mediterrâneo), publicado em 1943 nos Estados Unidos. A princípio, aparentando ser um livro para crianças, tem um grande teor poético e filosófico. É o livro francês mais vendido no mundo, cerca de 80 milhões de exemplares, e entre 400 a 500 edições. Também se trata da terceira obra literária (sendo a primeira a Bíblia e a segunda o livro o peregrino) mais traduzida no mundo, tendo sido publicado em 160 línguas ou dialetos.

O QUE APRENDEMOS COM ELE: 

O Pequeno Príncipe devolve a cada um o mistério da infância. De repente retornam os sonhos. Reaparece a lembrança de questionamentos, desvelam-se incoerências acomodadas, quase já imperceptíveis na pressa do dia-a-dia. Voltam ao coração escondidas recordações. O reencontro, o homem-menino.

Um dos maiores trunfos de O Pequeno Príncipe é o fato de se tratar uma história bastante simples, mas com desdobramentos extremamente complexos, que nos levam a algumas das maiores profundidades do carácter e pensamento humano, sem muito esforço.

5 FRASES MARCANTES


1- A gente só conhece bem as coisas que cativou - disse a raposa. - Os homens não têm mais tempo de conhecer coisa alguma. Compram tudo já pronto nas lojas. Mas como não existem lojas de amigos, os homens não têm mais amigos. Se tu queres um amigo, cativa-me!

2- Eis o meu segredo. É muito simples: só se vê bem com o coração. O essencial é invisível aos olhos.

3- Tú se tornas ETERNAMENTE responsável, por aquilo que cativas!

4- Tu julgarás a ti mesmo – respondeu o rei. – É o mais difícil. É bem mais difícil julgar a si mesmo que julgar os outros. Se consegues fazer um bom julgamento de ti, és um verdadeiro sábio.

5- – À noite, tu olharas as estrelas. Aquela onde moro é muito pequena para que eu possa te mostrar. É melhor assim. Minha estrela será para ti qualquer uma das estrelas. Assim, gostaria de olhar todas elas... Serão todas suas amigas. E, também, eu lhe darei um presente...

BOA LEITURA!




Uma coisa que eu gosto é de ler, mas pra ser sincera não tenho muito o costume por ser impaciente pra isso. Li o livro à uns três anos atrás, e foi na escola que descobri essa grande obra, em uma leitura rotineira que costumavamos fazer  cada mês ou trimestre. Mas como todo livro que é bom, nos prende do inicio ao fim, não foi nada difícil para acalmar minha impaciência. Me encantei desde as primeiras páginas, e digo que foi uma ótima oportunidade para enxergar a vida de uma outra forma.

Espero que tenham gostado da dica de leitura. E como acho que muitos aqui já devem ter lido, quero que me contem o que acharam do livro. E pra quem não leu ainda, O pequeno príncipe é uma boa dica, independente da sua idade viu? Um beijo.

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Olhe ao seu redor


Às vezes me perco em meio aos meus pensamentos. Sinto-me sozinha pensando naquilo que eu acho do mundo e das pessoas. Acho que deveriam abordar mais o fato de a vida ser uma só. Creio que as pessoas iriam em algum momento parar pra refletir, coisa rara de se ver.

Ao andar pelas ruas, apenas observo. Admiro a diversidade encontrada em pequenas distancias de meu olhar. Em um lado prédios altos, onde há uma concentração grande de pessoas circulando por toda parte. Mas não tão quanto como a calçada em que ando, onde já foi pisada por muitas pessoas, e que ainda não deixa de ser. Mas também me entristeço quanto percebo a diversidade social que há em cada rua que passo, e as pessoas passam sem ao menos parecer importadas. 

Talvez seja a correria do dia à dia, como todos falam, a pressa ou o stress. Mas será que isso não é apenas um pretexto? As pessoas parecem não querer viver na realidade. Observar o mundo tal como é. Se isso acontecesse as pessoas não seriam como são, talvez soubessem dar mais valor para o que tem e para o que são. Talvez soubessem dar valor à vida!

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Querida infância

"Lembro que sempre dizia: eu quero crescer logo. E agora que cresci, tenho tantas responsabilidades, tenho que me preocupar com problemas, sofro por desilusões. Eu só quero poder voltar a um tempo onde nada disso existia, voltar a acreditar que na noite de 25 de Dezembro um velhinho viaja por todo o mundo para dar presentes para todos aqueles que são bons de coração, e a única desilusão a sofrer seria ganhar uma roupa de aniversário ao invés de um brinquedo. Autor desconhecido."


Na noite passada enquanto o sono não vinha, parei pra pensar o quão bom foi minha infância. Apesar de não ter tido grandes aventuras, e pelo fato de eu ser um pouco anti-social naquela época, é impossível lembrar e não ter saudades.

Creio que a infância seja um dos melhores períodos da vida, e mesmo a gente não sabendo disso, conseguiamos ser felizes e muitas vezes não era preciso de muito. Talvez o motivo seja porque a inocência predominava conosco, e não viamos maldade nas coisas, diferente de hoje em dia. Os velhos tempos ajudavam, e apesar de não ser tão "velhos" assim no meu caso e de muito de vocês, ainda era diferente. A tecnologia não estava tão avançada quanto hoje. E podiamos nos divertir passando horas olhando para o céu para achar os desenhos entre as nuvens, por exemplo. E dessas minimas coisas, hoje só nos restam as lembranças.

Por essas e outras que sempre achei que os pequenos detalhes são os que realmente fazem história e que ficam na memória. Me sinto bem em saber que fui uma criança feliz, feliz não porque vivi em frente a aparelhos eletronicos de ultima geração. Mas feliz por ter aproveitado do melhor jeito: sendo criança.

FIM

Bem parece que ficou uma crônica, mas o importante mesmo foi eu poder compartilhar um pouco da minha infância com vocês. Agora me diga: Como foi a sua infância? Sente saudades? Conte-me mais. Um beijo.

domingo, 30 de janeiro de 2011

Um pouco mais sobre: Shakespeare

Como já havia dito aqui no blog também terá um espaço para falar sobre a literatura. E pra começar essa nova categoria com o pé direito, escolhi falar hoje sobre William Shakespeare, quem nunca ao menos ouvir falar de Romeu e Julieta ou Hamlet? Pois bem, obviamente esses não foram os unicos trabalho do poeta e dramaturgo certo? Que tal saber um pouco mais?

Um pouco mais sobre o poeta

 
William Shakespeare (de 1564 à 1616)  tido como o maior escritor do idioma inglês e o mais influente dramaturgo do mundo. 

De suas obras restaram até os dias de hoje 38 peças, 154 sonetos, dois longos poemas narrativos, e diversos outros poemas. Suas peças foram traduzidas para os principais idiomas do globo, e são encenadas mais do que qualquer outro dramaturgo. Muitos de seus textos e temas, especialmente os do teatro, permaneceram vivos até aos nossos dias, sendo revisitados com freqüência pelo teatro, televisão, cinema e literatura.

Shakespeare produziu a maior parte de sua obra entre 1590 e 1613. Suas primeiras peças eram principalmente comédias e histórias, gêneros que ele levou ao ápice da sofisticação e do talento artístico ao fim do século XVI. A partir de então escreveu apenas tragédias até por volta de 1608, incluindo Hamlet, Rei Lear e Macbeth, consideradas algumas das obras mais importantes na língua inglesa. Nesta sua última fase, escreveu tragicomédias, também conhecidas como romances, e colaborou com outros dramaturgos.
Principais Obras


Comédias: O Mercador de Veneza, Sonho de uma noite de verão, A Comédia dos Erros, Os dois fidalgos de Verona, Muito barulho por coisa nenhuma, Noite de reis, Medida por medida, Conto do Inverno, Cimbelino, Megera Domada e A Tempestade..

Tragédias: Tito Andrônico, Romeu e Julieta, Julio César, Macbeth, Antônio e Cleópatra, Coriolano, Timon de Atenas, O Rei Lear, Otelo e Hamlet.

Dramas Históricos: Henrique IV, Ricardo III, Henrique V, Henrique VIII.

Textos, frases, poemas, etc.
 
Seria praticamente impossivel colocar todas as criações de Shakespeare nesta postagem, por isso escolhi uma que eu particularmente acho linda para mostrar pra vocês, como muitos já devem conhecer o texto em si, o trouxe em forma de slide que achei no meu querido amigo Youtube.



Pra quem se interessar e quiser ver algumas frases do poeta, clique aqui.

Fim.

Espero que tenham gostado dessa postagem. Um beijo e um ótimo dia pra vocês.